Enfermeira fala aos graduandos sobre o cuidado de pacientes submetidos a transplante cardíaco Aula foi iniciativa da Liga Acadêmica de Enfermagem em Cardiologia

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Enfermeira Letícia de Carvalho Batista (no centro, de branco) com a professora Rosimeire Queiroz Soares (à esquerda, de preto) e graduandas da Liga de Enfermagem em Cardiologia.
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A Liga Acadêmica de Enfermagem em Cardiologia promoveu, nesta quinta-feira, 13, a aula aberta “Transplante Cardíaco – Papel do Enfermeiro Especialista em Cardiologia”. Graduandos do Curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Santa Casa de São Paulo aprenderam sobre insuficiência cardíaca e as implicações epidemiológicas, clínicas e farmacológicas do transplante cardíaco.  Os estudantes também conheceram o dia a dia da enfermagem no cuidado de pacientes transplantados.

A aula foi ministrada pela enfermeira Letícia de Carvalho Batista, que transmitiu a experiência adquirida no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, tanto na UTI Cirúrgica/Respiratória, onde trabalha atualmente, quanto durante a sua residência em Cardiopneumologia.

Em sua palestra, a enfermeira abordou as diretrizes de classificação da insuficiência cardíaca, a utilização de diferentes dispositivos de assistência circulatória, particularidades da captação do órgão para transplante e os cuidados na assistência ao paciente, entre outros tópicos. Letícia ressaltou a importância de o enfermeiro conhecer os diferentes aspectos envolvidos no transplante cardíaco para, inclusive, tranquilizar os pacientes. “Muitas vezes, eles ficam angustiados com a mudança de posição na fila do transplante e não entendem porque ficaram mais atrás. Dominar os critérios de prioridade para o transplante auxilia o enfermeiro a transmitir a informação adequadamente e diminuir a ansiedade”, exemplificou.

Para a Profa. Dra. Rosimeire Queiroz Soares, orientadora da Liga de Enfermagem em Cardiologia, trazer profissionais à faculdade para compartilhar suas vivências estimula os graduandos a buscarem o conhecimento. “Este contato também amplia a visão do estudante sobre a atuação do enfermeiro, possibilitando que ele considere trilhar caminhos profissionais que sequer imaginava que existissem”, explicou.

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