Extrato bruto de alho e antibióticos combinados combatem Escherichia coli Artigo é publicado na Revista Arquivos Médicos da FCM/Santa Casa   

Compartilhar :

Artigo publicado na Revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo teve como objetivo avaliar a susceptibilidade in vitro de cepas de Escherichia coli, grupo de bactérias que residem normalmente no intestino de pessoas saudáveis, mas podem causar infecção no trato digestivo, trato urinário ou muitas outras partes do corpo, ao extrato bruto (EB) de Allium sativum (alho) e sua associação com antibióticos Meropenem e Imipenem, indicados para combater infecções graves,  constatando os impactos dessa associação medicamentosa na inibição do crescimento delas.

Constatou-se desempenho superior das combinações do EB de alho com os discos dos antibióticos (Imipenem e Meromepenem) comparado aos dos discos dos antibióticos isolados e do EB isolado.

Cepas de E. coli obtidas de amostras provenientes do laboratório central do Hospital da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo foram semeadas em placas de ágar Müeller-Hinton pelo método de Kirby-Bauer e incubadas por 48 horas. Avaliou-se então a suscetibilidade aos antimicrobianos (Meropenem e Imipenem) e ao extrato bruto de A. sativum (EB), líquido obtido por compressão mecânica dos bulbos de alho; e à combinação destes antibióticos associados ao EB nas cepas de E. coli.

Foram aferidos os halos de inibição formados segundo os critérios do CLSI vigentes e comparadas as atividades em relação à associação com o EB. Comparou-se o desempenho dos antibióticos isolados, do EB isolado e das associações dos antibióticos com o EB empregando-se o teste estatístico de Wilcoxon.

O artigo, intitulado “Avaliação in vitro da associação medicamentosa de extrato bruto de Allium sativum L. (alho) com Imipenem e Meropenem frente a cepas sensíveis de Escherichia coli”, de autoria de Fabio Carramão Narimatsu, Sônia Maria Rolim Rosa Lima, Suely Mitoi Ykko Ueda, Silvia da Silva Carramão e Maria Thereza Gamberini, pode ser acessado, na íntegra,  gratuitamente, em https://doi.org/10.26432/1809-3019.2019.64.3.179

 

156 visualizações

Compartilhar :