Óbito fetal: desafios e cuidados na atenção à saúde da mulher Professora da FCM/Santa Casa é entrevistada pelo Blog Jornal da Mulher

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A taxa de óbito fetal é um dos indicadores mundiais da qualidade da assistência prestada à gestante e ao parto. A boa notícia é que no mundo inteiro esta taxa vem caindo. No período de 1995 a 2009, a queda foi de 14%, passando de 22,1 para 18,9 por mil nascimentos totais, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda assim, os números são altos e precisam seguir diminuindo por muito tempo para que sejam considerados satisfatórios. Para se ter uma ideia, em 2016, foram registrados 1,7 milhões de óbitos fetais no mundo. A menor taxa naquele ano foi a da Finlândia, com 1,11 por mil nascimentos, e a maior no Sudão do Sul, 43,4 por mil nascimentos. No Brasil, segundo o estudo Global Burden of Disease Study, publicado na revista Lancet, entre 2000 e 2016, a taxa foi de cerca de 5,3 óbitos fetais por mil nascimentos.

Somente com uma assistência pré-natal e intraparto de alta qualidade, educação continuada de toda a equipe de saúde e investimentos em ensino e pesquisa será possível reduzir estas taxas não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Definição de óbito fetal

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), óbito fetal é a morte de um produto da concepção antes da expulsão ou da extração completa do corpo da mãe, independentemente da duração da gravidez.

Segundo a Dra. Mônica Lopez Vazquez, professora assistente doutora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o óbito é constatado quando, já fora do útero, não houver qualquer sinal de vida.

“Neste momento, são verificados sinais como respiração, batimentos do coração, pulsações do cordão umbilical e movimentos efetivos de músculos de contração voluntária.”

Leia reportagem completa no Blog Jornal da Mulher.

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