Quem prevê quando será pico da pandemia está chutando, afirmam pesquisadores Professora da FCM/Santa Casa é entrevistada pela Folha de S. Paulo

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O avanço da Covid-19 no país parece estar ainda longe do fim. É isso que defendem biólogos, físicos, matemáticos e médicos especialistas em modelagem epidemiológica.

A previsão de atingir um pico da doença, depois do qual teríamos uma queda do número de casos e uma certa segurança de que a epidemia está controlada, é algo que todos veem com cautela.

Para Maria Amélia Veras, professora de saúde coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o monitoramento de uma epidemia pode ser feito através da construção de curvas epidêmicas. Em uma situação real, essas curvas nos dão o número de casos e de óbitos esperados. O problema com uma doença nova é que conhecemos muito pouco para saber a sua dinâmica. Além disso, a baixa taxa de testagem só nos dá ideia do que está na ponta do iceberg. “Desconhecemos por completo o que está na base, que são os casos assintomáticos e leves.”

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