Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia publica “Recomendações para manejo da asma 2020” Docente da FCM/Santa Casa é um dos autores

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A asma é uma doença heterogênea e complexa, com alta morbidade e alta utilização de recursos da saúde. O manejo da asma mudou consideravelmente nos últimos anos. A SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) publica regularmente diretrizes, normativas e documentos de posicionamento sobre os temas relativos à especialidade.  Neste mês de janeiro/2020, o artigo intitulado “Recomendações para manejo da asma de 2020″ foi publicado na revista da SBPT (Jornal Brasileiro de Pneumologia).

No manuscrito, elaborado por 22 pneumologistas e pneumopediatras, com extensa experiência na área, entre eles, José Eduardo Delfini Cançado, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, são feitas recomendações para o tratamento farmacológico da asma, adaptando as mais recentes diretrizes internacionais à realidade brasileira. Trata-se de documento importante, com diversas mudanças e atualizações no tratamento de pacientes com asma.

O texto mostra que o objetivo do tratamento da asma deve ser alcançar e manter o controle da doença e evitar riscos futuros (exacerbações, instabilidade da doença, perda acelerada da função pulmonar e efeitos adversos do tratamento). Isso implica em uma abordagem personalizada, incluindo tratamento farmacológico, educação do paciente, plano de ação por escrito, treinamento para uso do dispositivo inalatório e revisão da técnica inalatória a cada visita ao consultório.

A escolha dos tópicos ou questões relacionadas às mudanças mais significativas nos conceitos e, consequentemente, no manejo da asma na prática clínica foi realizada por um painel de especialistas. Foi solicitado a cada especialista que revisasse criticamente um tópico ou respondesse a uma pergunta, com base em evidências, para estas recomendações. Numa segunda
fase, três especialistas discutiram e estruturaram todos os textos submetidos pelos demais e, na última fase, todos revisaram e discutiram cada recomendação. As presentes recomendações se aplicam a adultos e crianças com asma e destinam-se a médicos envolvidos no tratamento da doença.

Acesse o documento aqui.

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