Sífilis permanece como grave problema de saúde pública Estudo sobre o tema foi publicado na revista Arquivos Médicos da FCM/Santa Casa

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A sífilis permanece como grave problema de saúde pública em nosso país. Estudo publicado este ano na Revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo aponta que, entre 2007 e 2016, houve aumento do número de casos de sífilis gestacional e congênita em todas as regiões do Brasil. evidenciando a necessidade de ações efetivas para tratamento correto e prevenção.

O objetivo do artigo foi descrever a ocorrência dos casos notificados de sífilis congênita e materna nas regiões do Brasil, considerando o perfil epidemiológico das mães. Foi realizado um estudo transversal constituído pelos casos notificados de sífilis gestacional e congênita no Brasil, no período de 2007 a 2016. Os dados foram coletados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

Verificou-se um aumento dos casos de sífilis gestacional e congênita, no período analisado. O perfil das gestantes com sífilis foi semelhante em todas as regiões do país, com idade 20 a 29 anos e ensino fundamental incompleto. O diagnóstico de sífilis gestacional foi predominantemente realizado durante o pré-natal e o de sífilis congênita no período neonatal. O pré-natal foi realizado em 80% dos casos.

O artigo, intitulado “Perfil epidemiológico da sífilis gestacional e congênita no Brasil – período de 2007 a 2016”, é de autoria de Beatriz Raia Bottura, Laís Matuda, Priscila Simão Serrano Rodrigues, Cássia Maria Carvalho Abrantes do Amaral e Lene Garcia Barbosa.

Texto completo acessível em https://doi.org/10.26432/1809-3019.2019.64.2.069

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