Artigo discute estratégias de educação sexual Texto é publicado na revista Arquivo Médicos da FCM/Santa Casa

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Para estabelecer estratégias de educação sexual, torna-se necessária a intervenção dos profissionais da saúde, articuladas com a escola e principalmente com a família. Isso proporcionaria conversas, palestras e reflexões contemplando os temas Sexualidade e Saúde Reprodutiva. Essa é a conclusão de estudo publicado na revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O estudo teve como objetivo realizar estratégias de educação sexual a partir da percepção de estudantes de uma escola pública. Para tal, foi realizado um estudo quantitativo, descritivo, com 135 alunos do 1° ao 3° ano do ensino médio que responderam a um questionário estruturado composto por várias questões e com base nas respostas obtidas foram desenvolvidos métodos de intervenção em saúde, como palestras e oficinas.

Dos estudantes que participaram da pesquisa, 17% eram do primeiro ano, 14% do segundo e 69% do terceiro ano. Observou-se que a iniciação sexual dos mesmos é precoce. 51% dos adolescentes eram do sexo masculino e a média de idade amostral foi de 19 anos. Mais de 90,0% dos participantes (n=123) referiram conhecer ao menos uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível).

O artigo “Estratégias de educação sexual a partir da percepção de estudantes de uma escola pública”, de Mayara Karolline Lima Ferreira dos Santos, Luan de Araújo Queiroz, Iara Luisy Silva Saltirio, Junnielly da Silva Costa Rios, Hortência Maria Lopes de Souza Pinho, Karwhory Wallas Lins da Silva e Thiago José Matos-Rocha, pode ser acessado na íntegra em https://doi.org/10.26432/1809-3019.2018.63.2.90.

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