Mentoria

Programa de Mentoria da Santa

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) apresenta o “Programa de Mentoria”. A mentoria é um programa de suporte e desenvolvimento  onde alunos de todos os cursos se reúnem em grupos com um profissional experiente para trocar experiências e aprofundar conhecimentos para o  desenvolvimento de suas trajetórias.  Para além da sala de aula, a ideia é unir pessoas da área da saúde com diferentes vivências e possibilitar a troca de experiências. Com isso, os alunos estarão mais preparados para atuação interprofissional e para o mercado de trabalho.

Com a proposta, os alunos de todos os cursos de graduação — Enfermagem, Fonoaudiologia, Medicina, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia de Sistemas Biomédicos — terão a oportunidade de aperfeiçoar sua experiência por meio do incentivo ao relacionamento acadêmico, da troca de saberes e da compreensão de visões complementares ou diferentes sobre os desafios da prática assistencial.

O que é o Programa de Mentoria da Faculdade da Santa Casa?

É o projeto que integra alunos de todos os cursos de graduação e professores voluntários. A mentoria apresenta comprovação científica, tendo como principais objetivos:

  • Ajudar o aluno a enxergar a realidade da prática profissional;
  • Estimular discussões sobre a vida acadêmica de modo a favorecer a identificação de ações de suporte adequadas, melhorar as relações professor-aluno, aluno-aluno e o convívio interpessoal em geral, além da atuação em equipes multiprofissionais e
  • Contribuir para o desenvolvimento de pensamento crítico, ética profissional e trabalho em equipe.

Os grupos, compostos por dez alunos e o mentor, são diversos, com estudantes de todos os cursos. Os encontros acontecem uma vez por mês. Além disso, os alunos escolhem os seus mentores.

Quem pode participar?

Alunos de todos os cursos de graduação (Enfermagem, Fonoaudiologia, Medicina, Tecnologia em Radiologia e de Tecnologia de Sistemas Biomédicos) de todos os anos ou semestres.  Para o curso de Enfermagem, poderão se inscrever somente os alunos matriculados a partir do 5º semestre.

Como participar?

Cada aluno deverá escolher três professores mentores, em link de inscrição. A primeira escolha será prioritária. Contudo, caso o grupo deste(a) professor(a) mentor(a) escolhido(a) esteja com as vagas preenchidas, o aluno participará do grupo escolhido como segunda ou terceira opção.

Os alunos que fizeram parte do Programa de Mentoria do ano anterior precisam se inscrever novamente?

Sim. Os alunos que fizeram parte do Programa de Mentoria 2021 e 2022 devem fazer novamente a sua inscrição e caso desejem podem mudar de mentor.

Como funciona e quando acontecem os encontros?

Com encontros mensais a partir do mês de maio de 2023. Os dias e horários serão determinados entre mentor e mentorados. As datas de início serão informadas ao grupo diretamente pelos mentores.

Qual é o prazo de inscrição do Programa de Mentoria 2023?

As inscrições acontecem de 02 a 07 de Maio de 2023. Para se inscrever, basta escolher três opções de o(a) professor(a) mentor(a) e preencher o formulário, que estará disponível em breve.

Saiba mais sobre os mentores de 2023!

Aline Andriotti de Moraes

Meu nome é Aline Andriotti, amo descobrir novos lugares e trocar milhas por histórias incríveis. Defensora de que um café sempre é uma boa ideia. Sou fonoaudióloga, apaixonada pela comunicação humana e aprendizagem significativa. Acredito que o cuidado, a gentileza e a troca de saberes podem transformar vidas. Filha da Santa, com muito orgulho, espero auxiliar outros apaixonados por esses tijolinhos a explorar os caminhos e desafios da graduação e vida profissional.

Celina Pereira

Sou Celina Pereira. Amo cinema e sou fã de carteirinha da Mostra de São Paulo! Amo viajar para lugares diferentes, fazer caminhadas, curtir a natureza e o mar. Amo animais! Gosto de gente, de conversar, conhecer pessoas novas. Sou otorrinolaringologista e adoro conversar com meus pacientes, escutar seus problemas, suas dores, suas angústias e ajudar a aliviá-las. Adoro dar aulas, conhecer os alunos, ensinar, trocar experiências. Adoro as aulas práticas, auxiliar os alunos a conhecerem o corpo humano, desde a formação embriológica até os aspectos microscópicos e macroscópicos. Por que quero ser mentora? Para ouvir os alunos e ajudá-los a trilhar os melhores caminhos.

Cristiane Kochi

Sou Cristiane Kochi, endocrinopediatra, e estou na Santa Casa desde o meu R3, em 1993. Adoro fazer discussões de caso com alunos e residentes, dar aulas e fazer pesquisa, mas também gosto muito do atendimento às crianças e adolescentes. Mas também faço questão de manter os meus hobbies, como filmes, livros e viagens. Quero ser mentora porque acho muito interessante e enriquecedora a troca de ideias entre nós, o corpo docente e o corpo discente da instituição. Creio que acompanhar o caminho dos alunos durante a graduação é muito importante, já faço isso com alguns por meio da iniciação científica e, com alguns, mantenho contato até durante a residência médica.

Cristiane Lopes

Ciência, pessoas, diversidade, novas ideias, família e amigos. Como docente, adoro a interação entre pessoas que visam o aprendizado. As teorias e ideias científicas embasam o racional da vida, mas os sentimentos elevam a vida a outra dimensão de complexidade e beleza. Tenho como principal interesse a Fisiologia, destacando as áreas de cardio, respiratório, endócrino e neuro, e, minha mais recente descoberta, o estudo do ensino médico.

Felipe Favaro Capeleti

Sou Felipe, tenho 34 anos, e vim do interior de São Paulo. Sou pai do Pedro e adoro tecnologias de todos os tipos: jogos on-line, aquários, peixes e o oceano, aviões de controle remoto, cozinhar e extremamente curioso em descobrir o funcionamento das coisas, seja lendo, escutando ou desmontando algo. Desde pequeno essa curiosidade sempre foi muito presente: não ficava um brinquedo que não fosse desmontado e remontado, às vezes sobrando algumas peças. Sempre disposto a aprender coisas novas, melhorar e dialogar. Acredito que o diálogo e saber ouvir é o caminho para aprender. Boas discussões levam a diferentes ideias proporcionando a pensar fora da caixa e por isso tenho o objetivo de ser mentor.

Giovana Checkin Portella

Eu sou Giovana Chekin. Mãe do Mario (7) e do Alberto (3). Pediatra que sou, acredito no cuidar e orientar; acolher e deixar amadurecer. Estou na Santa Casa há quase 19 anos, de aluna a professora, uma longa história! Adoro arte, em todas suas expressões e manifestações, fiz balé durante 15 anos. Sempre quis ser médica desde muito pequena e bailarina também. Acho que realizei meus sonhos, todo médico deveria saber “dançar conforme a música” e acho que tenho cumprido meu papel. Gosto dos alunos e estou buscando me profissionalizar como Professora para oferecer o melhor para eles e com eles. A cada dia entendo que quanto mais ensino, mais aprendo. Isso é fascinante! Por que ser mentora? Tive muitos na minha trajetória, tenho que honrá-los caminhando ao lado de novos alunos nessa jornada.

Gustavo Coelho Tardochi

Sou uma pessoa muito curiosa, gosto de pensar sobre a vida a fundo. Me interesso muito por vários assuntos, principalmente aqueles relacionados ao ser humano e seu funcionamento físico, mental e emocional. Acho que por isso escolhi a clínica médica como especialidade, onde diariamente tenho a oportunidade de aprender como essas esferas se relacionam, produzindo saúde ou doença como resultado. Sinto grande empatia e compaixão pelos pacientes que tenho a honra de cuidar. Tenho grande paixão pelo ensino, me satisfaz muito! Nas horas vagas gosto de me reenergizar estando com amigos, família ou descansando comigo mesmo, em casa ou em contato com a natureza! Vou gostar muito de estarmos juntos por um tempo, para que eu possa aprender com você e você comigo!

Henrique Viccari Cabete

Meu nome é Henrique, tenho 32 anos e natural de Altinópolis, interior de SP. Sou formado em Física Médica e atuo na instituição desde 2018, como professor dos cursos de Tecnologia. Desde pequeno sempre gostei de solucionar problemas e entender como as coisas funcionam, além de gostar de cálculos, raciocínio lógico e d realizar pesquisas. A FCMSCSP me mostrou o gosto em dar aulas e apoiar os alunos. Acredito que com a mentoria eu possa dar novas perspectivas, compartilhar vivências, ajudando nos desafios que a graduação apresenta a alunos de todos os cursos. Sou uma pessoa de bom astral, tenho como hobby esportes, seriados, animes e jogos de computador. A mentoria é uma via de mão dupla, na qual todos podemos nos expressar, transmitir conhecimento para atingirmos melhores resultados.

Ivan Chackour

Formado em 1982, na XV turma, ortopedista e cirurgião de mão com mestrado e doutorado na FCMSCSP. Membro do Comitê de Humanização da Santa Casa SP. Experiência a ser trocada como Pai, membro de Sociedades Brasileiras de Ortopedia e Cirurgia da Mão e na diretoria do DOT. Apreciador de jardinagem, churrasco e música boa.

José Cassio de Moraes

Meu nome é José Cassio de Moraes, médico epidemiologista e professor do Departamento de Saúde Coletiva por algumas décadas. Fui conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo por 20 anos. Desde a minha formação me preocupo com a qualidade do trabalho dos médicos do ponto de vista ético e profissional. Uma boa formação de um profissional de saúde é fundamental para garantir um bom desempenho durante sua vida profissional. Esta formação não se resume somente à informação, mas as atitudes frente aos pacientes e seus colegas. O curso de um profissional de saúde é geralmente estressante pelo contato que tem com a dor e a morte de seus pacientes. Implica, também, manter um bom relacionamento com seus colegas. Acredito que a mentoria possa ajudar a sua formação como profissional de saúde e me sinto alegre em disponibilizar meu nome.

José Mariani Júnior

Sou José Mariani Júnior, Professor Assistente da FCMSCSP, Cardiologista Clínico e Intervencionista há 19 anos. Escolhi esta especialidade, a Intervenção, por ser igual a mim: uma especialidade dinâmica e resolutiva. Dinâmica, pois são intensas as inserções de novidades, tecnologias e atualmente Inteligência Artificial e Machine Learning, que fazem com que tenhamos que aprender diariamente a lidar com novas situações e adaptá-las à nossa realidade. Resolutiva pois é uma especialidade que, a despeito de demandar grande e constante treinamento, se baseia em diagnósticos precisos, na busca por baixíssimas taxas de complicações e na pronta resolução de situações muitas vezes emergenciais, quando o paciente está (ou estava) sob grande risco. Pensamento rápido e decisões imediatas fazem parte do meu dia a dia, quando na sala de cateterismo cardíaco. Gosto e estimulo a comunicação clara, objetiva e assertiva. Minha família – esposa e filhos -, as atividades físicas competitivas e descansar nas montanhas são meus hobbies prediletos.

Luiz Clemente de Souza Pereira Rolim

“Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve” (L.Carroll)
Sou formado na 18ª Turma da Santa Casa (conhecida como “porretas” pelo sucesso nas competições esportivas). Atualmente, sou professor do Departamento de Atenção Primária na mesma instituição, além de pesquisador na área de diabetes na Unifesp (EPM). Quando prestei o vestibular, em 1979, entrei também na Medicina da USP de Ribeirão Preto, mas preferi a Santa!! Como futuros médicos, penso que é crucial que os alunos saibam que os anos de graduação irão moldar toda a vida profissional e pessoal de cada um. Assim, a faculdade é um período fundamental para se desenvolver todo o potencial que trazemos conosco! Ora, um dos objetivos da Mentoria é justamente individualizar e personalizar a educação médica focando-a no aluno para otimizar seu futuro desenvolvimento profissional. Como mentor, tenho o compromisso de ajudar os estudantes a desenvolverem todo o seu potencial de forma profissional.

Luiz Hardt

Médico e psiquiatra formado pela Santa Casa de São Paulo. Atualmente, é preceptor no Departamento de Saúde Mental. Durante meus anos de graduação, tive a sorte de manter bom contato com professores e preceptores, dentro e fora da sala de aula. Isso sempre me serviu de grande aprendizado e inspiração. Acredito no papel central que a relação intersubjetiva tem na formação pessoal e profissional. Por esse motivo, escolhi me dispor para o programa de mentoria. Entre meus interesses principais, estão a leitura e a escrita, como manifestações da vida psíquica.

Marcia Abel

Profa. Marcia Abel, Dra. Marcia Abel, Marcia Bel, Má, Profa… Ao longo dos anos muitos foram os nomes que meus alunos me deram. Percorri caminhos profissionais como fisiologista, patologista e outros “istas” não diplomados e não tão formais. Sou curiosa, o conhecimento é algo sensacional. No entanto, e para além deste, sou professora, isto é o que me define. O desejo e a ação de formar pessoas foi o que moldou, o que fez cada um dos anos vividos ter sentido e ser maior. Todos os anos, jovens fortes, tímidos, doces, empoderados, nervosos, perdidos, inteligentes, sonhadores chegaram e, juntos, e de formas diferentes, construímos uma morada, um espaço de confiança, por vezes corretivo, sempre diretivo e honesto. Desejo este espaço para ir além, para ampliar a consciência individual e coletiva do profissional da saúde, seu papel na saúde, na sociedade e na vida.

Marcia Paiva

Tecnóloga em Radiologia da Área de Diagnóstico por Imagem, especialista em Medicina Nuclear. Sou professora, mãe, esposa, filha e amiga. Amo música, livros e cinema, mas, acima de tudo, amo me conectar com Deus. Minha espiritualidade é um cuidado com a minha vida e com a vida do outro. Quem tem um bom relacionamento com Deus, tem com o outro também. Quero ser mentora pois sei que nossa vida é um instrumento, um exemplo, para outras pessoas. Tive um mentor e suas orientações me fizeram chegar até aqui. Se eu posso, você também pode.

Maria Jose Santanna – Zezé

Sou pediatra, formada pela XII turma (FCMSCSP) e tenho Mestrado e Doutorado pela Santa. Atualmente, sou Professora Assistente, chefe do Departamento de Atenção Primária (APS) e coordenadora do internato APS 5º e 6º anos. A Santa é mágica, sou bairrista, me considero um tijolinho cravado a ferro e fogo no meu coração. Areguá!!! Adoro viajar, conversar e aprender com alunos, que me ensinam todo dia. Além disso, sou mãe, avó, esposa… Quero ser mentora pois acredito na educação como transformadora e, principalmente, nas pessoas.

Maurício Alves Ribeiro

Meu nome é Mauricio, sou de Santo André. Adoro esporte, cinema, animais e viajar.  Sou cirurgião do aparelho digestivo e geral, fiz toda minha formação na nossa santa.  Sou um apaixonado pela Santa! Por que ser mentor, vejo uma oportunidade ímpar de trocar experiências, não existia mentoria e acho que teria ajudado muito conversar com alunos com experiências diferentes. Será um prazer trocar experiências com vocês.

Michele Lacerda Pereira Ferrer

Sou Michele, uma mineira de alma paulistana que adora viagens, mudanças e desafios. Professora, mãe, tia, esposa, filha, fisioterapeuta. Gosto de histórias de pessoas, de jornadas e de cuidado. Ser professora me encanta todos os dias porque me desafia ao movimento, à reflexão e ao aprendizado constante e a mentoria ampliará ainda mais estas vantagens. Saúde Pública, envelhecimento, funcionalidade, diversidade e trabalho colaborativo são os meus temas preferidos. Tenho me interessado também, nos últimos anos, a questões relacionadas à inovação e empatia como potentes transformadores dos cenários de assistência e aprendizagem. Acredito que a realidade guiada por inovação e empatia só será possível graças às novas gerações que estão transformando o mundo e as relações. Com a mentoria, espero poder discutir e refletir não somente sobre gestão de carreira, mas, especialmente, sobre a gestão de vida. Pretendo auxiliar o estudante a pensar sobre propósito, caminhos e ações que o impulsione como profissional transformador da realidade em que esteja inserido.

Patrícia de Freitas

Patrícia, amizade, carinho, cuidado. Como enfermeira, gosto de cuidar de quem cuida com carinho. Seja um olhar, um gesto, um toque ou simplesmente, ouvir, sem julgamentos. Gosto de ouvir e me comunicar. Qualquer fala é importante pois é significante para quem fala. Adoro pets e os cães são meus amiguinhos. Fazer doces caseiros: é meu hobby nas horas vagas. Gosto da experiência prática e encaro novos desafios. Minha maior satisfação é ensinar o cuidado de enfermagem de maneira prática e dinâmica, como na vida real.

Pollyana Oliveira Lira

Encontros. O encontro me brilha os olhos. Com café, com bolo, com lasanha, com salada. O mais importante é ter encontro de pessoas. Se tiver comida, melhor ainda. Sou mãe, professora, clown, enfermeira e outros papéis que o dia a dia me pede. Quero ser mentora porque gosto de trocar experiências, gosto de ouvir e quero caminhar pertinho de um grupo de estudantes para termos essas trocas!

Ricardo Lobato Chinarelli

Meu nome é Ricardo, formado pela FCMSCSP na graduação e na pós graduação. De família sem nenhum médico, marido e pai de dois filhos que não canso de mostrar fotos. Tive muitas dificuldades pra chegar onde estou, mas sempre acreditei que se a gente pede pela chuva, a gente tem que estar preparado para lidar com a “lama”. Tive muito suporte de todos ao meu redor para chegar aonde estou e quero poder ajudar e ser parte desse suporte a nova geração que está aí.  A Medicina, como nossos mestres nos ensinaram, não é uma ciência exata, mas uma arte. Espero que possamos criar esse espaço pra estimular nosso mente, ideias e relações para que possamos exercer da melhor forma possível a arte da medicina sem esquecer da arte de viver “fora da Medicina” nas nossas vidas pessoais.

Rosimeire Queiroz

Mulher, mãe, filha, esposa, irmã, amiga. Tenho duas paixões na vida: minha família e minha profissão! Escolhi ser enfermeira e docente pela paixão pelo ensino e pelo cuidado genuíno ao ser humano. Estar ao lado de pacientes e alunos me ensinam e inspiram! Gosto de ouvir uma boa música (não importa o ritmo), não resisto a um bom livro e amo desenhos animados. Aliás, não sou o Olaf mas adoro um abraço quentinho. Gosto de ouvir, de observar o outro em suas subjetividades; da empatia, afetividade e escuta atenta. Na área acadêmica, busco estratégias para potencializar o aprendizado e a assistência em saúde, especialmente em pessoas com cardiopatia. Não dispenso uma boa e sincera conversa com mais verdades e menos palavras e, se possível, muitos sorrisos (sorrisos são contagiosos). Acredito que aprender deve ser prazeroso e a mentoria na formação em saúde pode ajudar a formar profissionais felizes, mais leves e fortalecidos para enfrentar com mais resiliência os desafios de cuidar das dores e amores, e aliviar o sofrimento do outro. Espero poder contribuir neste momento tão especial que é sua a trajetória profissional. Abraços virtuais.

Wilson Rodrigues de Freitas Jr.

Sou Wilson, também conhecido como “Titi”. Caipira confesso, sou natural de Atibaia (de onde vem a origem do meu apelido). Mudei-me para São Paulo em 1988 para cursar o colegial, tendo retornado à minha cidade após 15 anos de São Paulo. Ingressei na Santa em 1991, para o primeiro ano de faculdade e vivencio o seu dia a dia desde então. Foram 6 anos de faculdade e 4 de residência em cirurgia geral e do aparelho digestivo. Foi aqui que conheci minha esposa, com quem estou casado há 20 anos e tenho 2 filhos adolescentes (quase 12 e quase 14 anos) que, de tanto ouvirem falar, já conhecem muito e muitos da Santa. Claro que nestes anos todos vivenciamos períodos e situações muito agradáveis e, por vezes, momentos muito pesados ou desgastantes, quer seja pela dificuldade da nossa atividade estudantil ou profissional, quer seja pela distância de casa. Mas a “Santa”, por outro lado, sempre nos colocou um colega de turma, ou de plantão, ou mesmo um professor para “trocar uma ideia”, amenizar e superar os períodos difíceis. Apesar de ser pouco ativo nas redes sociais, valorizo muito a relação interpessoal e a conversa entre as pessoas. A ideia de poder conversar, discutir e trocar experiências com os alunos, me animou a participar da mentoria.