Mentoria

Programa de Mentoria da Santa

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) apresenta o “Programa de Mentoria”. A iniciativa pretende auxiliar para que os alunos da instituição tenham visão crítica e humana para atuação na assistência e no desenvolvimento de suas trajetórias profissionais. Para além da sala de aula, a ideia é unir pessoas da área da saúde com diferentes vivências e possibilitar a troca de experiências. Com isso, os alunos estarão mais preparados para atuação interprofissional e para o mercado de trabalho.

Com a proposta, os alunos de todos os cursos de graduação — Enfermagem, Fonoaudiologia, Medicina, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia de Sistemas Biomédicos — terão a oportunidade de aperfeiçoar sua experiência por meio do incentivo ao relacionamento acadêmico, da troca de saberes e da compreensão de visões complementares ou diferentes sobre os desafios da prática assistencial.

O que é o Programa de Mentoria da Faculdade da Santa Casa?

É o projeto que integra alunos de todos os cursos de graduação e professores voluntários. A mentoria apresenta comprovação científica, tendo como principais objetivos:

  • Ajudar o aluno a enxergar a realidade da prática profissional;
  • Estimular discussões sobre a vida acadêmica de modo a favorecer a identificação de ações de suporte adequadas, melhorar as relações professor-aluno, aluno-aluno e o convívio interpessoal em geral, além da atuação em equipes multiprofissionais e
  • Contribuir para o desenvolvimento de pensamento crítico, ética profissional e trabalho em equipe.

Os grupos, compostos por dez alunos e o mentor, serão diversos, com estudantes de todos os cursos. Os encontros devem acontecer uma vez por mês. Além disso, os alunos poderão escolher seus mentores.

Quem pode participar?

Alunos de todos os cursos de graduação (Enfermagem, Fonoaudiologia, Medicina, Tecnologia em Radiologia e de Tecnologia de Sistemas Biomédicos), a partir do segundo semestre ou segundo ano, no caso do curso de Medicina. Para o curso de Enfermagem, poderão se inscrever somente os alunos matriculados a partir do 5º semestre.

Como participar?

Cada aluno deverá escolher dois professores mentores, em link de inscrição. A primeira escolha será prioritária. Contudo, caso o grupo deste(a) professor(a) mentor(a) escolhido(a) esteja com as vagas preenchidas, o aluno participará do grupo escolhido como segunda opção.

Os alunos que fizeram parte do Programa de Mentoria do ano anterior precisam se inscrever novamente?

Não. Os alunos que fizeram parte do Programa de Mentoria 2021 permanecerão nos mesmos grupos no ano de 2022, não necessitando se inscrever novamente.

Como funciona e quando acontecem os encontros?

Com encontros mensais a partir dos meses de fevereiro e março, com dia da semana e horário fixos. As datas de início costumam ser informadas ao grupo diretamente pelos mentores.

Qual foi o prazo de inscrição do Programa de Mentoria 2022?

As inscrições aconteceram de 10 a 17 de fevereiro de 2022. Para se inscrever, bastou escolher o(a) professor(a) mentor(a) e preencher o formulário.

Saiba mais sobre os professores que foram da Mentoria 2022!

Ana Luiza Navas

Sou Ana Luiza, e, de forma carinhosa, chamada de Ana Lu. Gosto de música e de cantar. Gosto de uma boa conversa, para ouvir e compartilhar, aprender e ensinar. Como fonoaudióloga, acredito no poder da educação para transformar a vida das pessoas. E busco colaborar todos os dias com tantos outros colegas e amigos que compartilham deste ideal. Estudo como melhorar a aprendizagem da leitura e como apoiar quem apresenta dificuldades como as pessoas com dislexia ou TDAH. Tenho interesse nas relações humanas, com todas as suas belezas e dificuldades. Considero um privilégio ser professora e aprender todos os dias com meus alunos e pacientes. O que me acalma e equilibra é pintar mandalas; quanto mais coloridas melhor. Por que quero ser mentora? Para ter uma boa conversa, para ouvir e compartilhar, aprender e ensinar.

Andrey Oliveira da Cruz

Me chamo Andrey, nascido em São Paulo, mas criado e vivido em Rio Branco-AC até quando decidi mudar para Sorocaba para cursar Medicina. Durante a graduação, me envolvi com diversas instâncias de representação do movimento estudantil, em nível local, nacional e global. Apaixonado por saúde pública e educação em saúde, escolhi a Medicina de Família e Comunidade como residência médica e me mudei para Santa Catarina. De volta a São Paulo, divido meu tempo na assistência, preceptoria e estudos do mestrado, na tentativa árdua de manter as séries, filmes, leituras e músicas em dia! Tenho interesse nas áreas de APS, saúde da população LGBTQIA+, educação médica e ética e bioética em saúde. Acredito que a mentoria é uma ótima oportunidade de conhecer novas histórias, pontos de vista, trocas de experiências e aprendizado.

Celina Pereira

Sou Celina Pereira. Amo cinema e sou fã de carteirinha da Mostra de São Paulo! Amo viajar para lugares diferentes, fazer caminhadas, curtir a natureza e o mar. Amo animais! Gosto de gente, de conversar, conhecer pessoas novas. Sou otorrinolaringologista e adoro conversar com meus pacientes, escutar seus problemas, suas dores, suas angústias e ajudar a aliviá-las. Adoro dar aulas, conhecer os alunos, ensinar, trocar experiências. Adoro as aulas práticas, auxiliar os alunos a conhecerem o corpo humano, desde a formação embriológica até os aspectos microscópicos e macroscópicos. Por que quero ser mentora? Para ouvir os alunos e ajudá-los a trilhar os melhores caminhos.

Cristiane Kochi

Sou Cristiane Kochi, endocrinopediatra, e estou na Santa Casa desde o meu R3, em 1993. Adoro fazer discussões de caso com alunos e residentes, dar aulas e fazer pesquisa, mas também gosto muito do atendimento às crianças e adolescentes. Mas também faço questão de manter os meus hobbies, como filmes, livros e viagens. Quero ser mentora porque acho muito interessante e enriquecedora a troca de ideias entre nós, o corpo docente e o corpo discente da instituição. Creio que acompanhar o caminho dos alunos durante a graduação é muito importante, já faço isso com alguns por meio da iniciação científica e, com alguns, mantenho contato até durante a residência médica.

Cristiane Lopes

Ciência, pessoas, diversidade, novas ideias, família e amigos. Como docente, adoro a interação entre pessoas que visam o aprendizado. As teorias e ideias científicas embasam o racional da vida, mas os sentimentos elevam a vida a outra dimensão de complexidade e beleza. Tenho como principal interesse a Fisiologia, destacando as áreas de cardio, respiratório, endócrino e neuro, e, minha mais recente descoberta, o estudo do ensino médico.

Felipe Favaro Capeleti

Sou Felipe, tenho 34 anos, e vim do interior de São Paulo. Sou pai do Pedro e adoro tecnologias de todos os tipos: jogos on-line, aquários, peixes e o oceano, aviões de controle remoto, cozinhar e extremamente curioso em descobrir o funcionamento das coisas, seja lendo, escutando ou desmontando algo. Desde pequeno essa curiosidade sempre foi muito presente: não ficava um brinquedo que não fosse desmontado e remontado, às vezes sobrando algumas peças. Sempre disposto a aprender coisas novas, melhorar e dialogar. Acredito que o diálogo e saber ouvir é o caminho para aprender. Boas discussões levam a diferentes ideias proporcionando a pensar fora da caixa e por isso tenho o objetivo de ser mentor.

Henrique Viccari Cabete

Meu nome é Henrique, tenho 32 anos e natural de Altinópolis, interior de SP. Sou formado em Física Médica e atuo na instituição desde 2018, como professor dos cursos de Tecnologia. Desde pequeno sempre gostei de solucionar problemas e entender como as coisas funcionam, além de gostar de cálculos, raciocínio lógico e d realizar pesquisas. A FCMSCSP me mostrou o gosto em dar aulas e apoiar os alunos. Acredito que com a mentoria eu possa dar novas perspectivas, compartilhar vivências, ajudando nos desafios que a graduação apresenta a alunos de todos os cursos. Sou uma pessoa de bom astral, tenho como hobby esportes, seriados, animes e jogos de computador. A mentoria é uma via de mão dupla, na qual todos podemos nos expressar, transmitir conhecimento para atingirmos melhores resultados.

Ivan Chackour

Formado em 1982, na XV turma, ortopedista e cirurgião de mão com mestrado e doutorado na FCMSCSP. Membro do Comitê de Humanização da Santa Casa SP. Experiência a ser trocada como Pai, membro de Sociedades Brasileiras de Ortopedia e Cirurgia da Mão e na diretoria do DOT. Apreciador de jardinagem, churrasco e música boa.

José Cassio de Moraes

Meu nome é José Cassio de Moraes, médico epidemiologista e professor do Departamento de Saúde Coletiva por algumas décadas. Fui conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo por 20 anos. Desde a minha formação me preocupo com a qualidade do trabalho dos médicos do ponto de vista ético e profissional. Uma boa formação de um profissional de saúde é fundamental para garantir um bom desempenho durante sua vida profissional. Esta formação não se resume somente à informação, mas as atitudes frente aos pacientes e seus colegas. O curso de um profissional de saúde é geralmente estressante pelo contato que tem com a dor e a morte de seus pacientes. Implica, também, manter um bom relacionamento com seus colegas. Acredito que a mentoria possa ajudar a sua formação como profissional de saúde e me sinto alegre em disponibilizar meu nome.

José Mariani Júnior

Sou José Mariani Júnior, Professor Assistente da FCMSCSP, Cardiologista Clínico e Intervencionista há 19 anos. Escolhi esta especialidade, a Intervenção, por ser igual a mim: uma especialidade dinâmica e resolutiva. Dinâmica, pois são intensas as inserções de novidades, tecnologias e atualmente Inteligência Artificial e Machine Learning, que fazem com que tenhamos que aprender diariamente a lidar com novas situações e adaptá-las à nossa realidade. Resolutiva pois é uma especialidade que, a despeito de demandar grande e constante treinamento, se baseia em diagnósticos precisos, na busca por baixíssimas taxas de complicações e na pronta resolução de situações muitas vezes emergenciais, quando o paciente está (ou estava) sob grande risco. Pensamento rápido e decisões imediatas fazem parte do meu dia a dia, quando na sala de cateterismo cardíaco. Gosto e estimulo a comunicação clara, objetiva e assertiva. Minha família – esposa e filhos -, as atividades físicas competitivas e descansar nas montanhas são meus hobbies prediletos.

Luiz Clemente de Souza Pereira Rolim

“Se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve” (L.Carroll)
Sou formado na 18ª Turma da Santa Casa (conhecida como “porretas” pelo sucesso nas competições esportivas). Atualmente, sou professor do Departamento de Atenção Primária na mesma instituição, além de pesquisador na área de diabetes na Unifesp (EPM). Quando prestei o vestibular, em 1979, entrei também na Medicina da USP de Ribeirão Preto, mas preferi a Santa!! Como futuros médicos, penso que é crucial que os alunos saibam que os anos de graduação irão moldar toda a vida profissional e pessoal de cada um. Assim, a faculdade é um período fundamental para se desenvolver todo o potencial que trazemos conosco! Ora, um dos objetivos da Mentoria é justamente individualizar e personalizar a educação médica focando-a no aluno para otimizar seu futuro desenvolvimento profissional. Como mentor, tenho o compromisso de ajudar os estudantes a desenvolverem todo o seu potencial de forma profissional.

Marcia Abel

Profa. Marcia Abel, Dra. Marcia Abel, Marcia Bel, Má, Profa… Ao longo dos anos muitos foram os nomes que meus alunos me deram. Percorri caminhos profissionais como fisiologista, patologista e outros “istas” não diplomados e não tão formais. Sou curiosa, o conhecimento é algo sensacional. No entanto, e para além deste, sou professora, isto é o que me define. O desejo e a ação de formar pessoas foi o que moldou, o que fez cada um dos anos vividos ter sentido e ser maior. Todos os anos, jovens fortes, tímidos, doces, empoderados, nervosos, perdidos, inteligentes, sonhadores chegaram e, juntos, e de formas diferentes, construímos uma morada, um espaço de confiança, por vezes corretivo, sempre diretivo e honesto. Desejo este espaço para ir além, para ampliar a consciência individual e coletiva do profissional da saúde, seu papel na saúde, na sociedade e na vida.

Marcia Paiva

Tecnóloga em Radiologia da Área de Diagnóstico por Imagem, especialista em Medicina Nuclear. Sou professora, mãe, esposa, filha e amiga. Amo música, livros e cinema, mas, acima de tudo, amo me conectar com Deus. Minha espiritualidade é um cuidado com a minha vida e com a vida do outro. Quem tem um bom relacionamento com Deus, tem com o outro também. Quero ser mentora pois sei que nossa vida é um instrumento, um exemplo, para outras pessoas. Tive um mentor e suas orientações me fizeram chegar até aqui. Se eu posso, você também pode.

Maria Jose Santanna – Zezé

Sou pediatra, formada pela XII turma (FCMSCSP) e tenho Mestrado e Doutorado pela Santa. Atualmente, sou Professora Assistente, chefe do Departamento de Atenção Primária (APS) e coordenadora do internato APS 5º e 6º anos. A Santa é mágica, sou bairrista, me considero um tijolinho cravado a ferro e fogo no meu coração. Areguá!!! Adoro viajar, conversar e aprender com alunos, que me ensinam todo dia. Além disso, sou mãe, avó, esposa… Quero ser mentora pois acredito na educação como transformadora e, principalmente, nas pessoas.

Marina Padovani

Pessoas, música, histórias contadas e vividas, jogos de mesa, culinária, desafios em grupo, cuidar. Mãe do Arthur, tia do Bernardo e da Estela e de muitos sobrinhos postiços das amigas-irmãs. Como fonoaudióloga, gosto da comunicação e seu poder de transformação. Em poucos segundos ou em longos processos. Pela palavra e/ou por tudo que a completa (voz, gestos, expressões). Como ferramenta para cuidar, para o autoconhecimento e para construir coletivamente, em equipe, buscando opções viáveis e baseadas em evidências científicas. Mais do que interesse, milito pela qualidade da educação em saúde, baseada em competências, estudando estratégias para a prática colaborativa multiprofissional. Também me interesso por aprimorar o diagnóstico fonoaudiológico e a reabilitação de alterações da fonoarticulação e funções orais, neurológicas, oncológicas e funcionais. Participar da mentoria é ter o privilégio de participar da jornada de estudantes, contribuindo para um olhar integral que possibilite ao mentorado consciência e autonomia na construção de sua trajetória profissional.

Michele Lacerda Pereira Ferrer

Sou Michele, uma mineira de alma paulistana que adora viagens, mudanças e desafios. Professora, mãe, tia, esposa, filha, fisioterapeuta. Gosto de histórias de pessoas, de jornadas e de cuidado. Ser professora me encanta todos os dias porque me desafia ao movimento, à reflexão e ao aprendizado constante e a mentoria ampliará ainda mais estas vantagens. Saúde Pública, envelhecimento, funcionalidade, diversidade e trabalho colaborativo são os meus temas preferidos. Tenho me interessado também, nos últimos anos, a questões relacionadas à inovação e empatia como potentes transformadores dos cenários de assistência e aprendizagem. Acredito que a realidade guiada por inovação e empatia só será possível graças às novas gerações que estão transformando o mundo e as relações. Com a mentoria, espero poder discutir e refletir não somente sobre gestão de carreira, mas, especialmente, sobre a gestão de vida. Pretendo auxiliar o estudante a pensar sobre propósito, caminhos e ações que o impulsione como profissional transformador da realidade em que esteja inserido.

Patrícia de Freitas

Patrícia, amizade, carinho, cuidado. Como enfermeira, gosto de cuidar de quem cuida com carinho. Seja um olhar, um gesto, um toque ou simplesmente, ouvir, sem julgamentos. Gosto de ouvir e me comunicar. Qualquer fala é importante pois é significante para quem fala. Adoro pets e os cães são meus amiguinhos. Fazer doces caseiros: é meu hobby nas horas vagas. Gosto da experiência prática e encaro novos desafios. Minha maior satisfação é ensinar o cuidado de enfermagem de maneira prática e dinâmica, como na vida real.

Patrícia Martins Montanari

Sou a Patrícia Martins Montanari, tenho 51 anos, moro com a minha mãe velhinha e sinto que temos aprendido muito juntas sobre o respeito e a colaboração que as convivências pressupõem. Por isso, também sou chamada de Profa. Pati pelas alunas e alunos mais próximos e pelos colegas e amigas que fiz nesta Casa nesses 11 anos de Departamento de Saúde Coletiva! Venho das Humanidades, e daí vem meu particular interesse pelas pessoas e suas histórias, por literatura, cinema e pelas canções, especialmente as brasileiras e norte-americanas, pontos de encontros felizes entre duas 2 sociedades tão diferentes e até antagônicas. Desse lugar é que vislumbro minha contribuição com a transformação do ensino da saúde; nessas audições obtenho inspiração para compor com os novos currículos! Na baliza entre o norte e o sul, entre o subjetivo e o coletivo, entre a arte e a técnica no cuidado e cura. Ah, me tornei boa cozinheira num ano sabático e entendi que os sabores, aromas, texturas são os sentidos da existência. Têm discentes e docentes que gostaram do meu brigadeiro gourmet! Quero ser mentora para estar mais próxima dos alunos e alunas, acompanhar suas trajetórias e aprender com tais caminhos e escolhas e, também, para me atualizar nas chances de inter-relação entre o processo formativo e as tendências do mercado profissional em saúde.

Pollyana Oliveira Lira

Encontros. O encontro me brilha os olhos. Com café, com bolo, com lasanha, com salada. O mais importante é ter encontro de pessoas. Se tiver comida, melhor ainda. Sou mãe, professora, clown, enfermeira e outros papéis que o dia a dia me pede. Quero ser mentora porque gosto de trocar experiências, gosto de ouvir e quero caminhar pertinho de um grupo de estudantes para termos essas trocas!

Rafael Eidi Goto

Físico Médico curioso pelo saber e entender do funcionamento das coisas. Tecnologia, indústria de transformação, processos e gestão são os maiores interesses. Origami (dobradura), desenhos e impressão 3D e games estão entre as atividades de lazer. Acredito que as relações interpessoais são os caminhos para construções duradouras. Entusiasta das transformações da educação em saúde e das atividades interprofissionais. Interesse em inovações de modo geral. O “tentar fazer” e o “aprender fazendo” estão entre minhas características. A física estuda e busca compreender o funcionamento das coisas. A compreensão nos instiga a alterar e inovar para alcançar melhores desempenhos. Por que quero ser mentor? O projeto proporciona a troca para crescimento e fortalecimento individual e do grupo. Aberto a escutar, entender, refletir e estimular a relação de confiança da equipe.

Ricardo Lobato Chinarelli

Meu nome é Ricardo, formado pela FCMSCSP na graduação e na pós graduação. De família sem nenhum médico, marido e pai de dois filhos que não canso de mostrar fotos. Tive muitas dificuldades pra chegar onde estou, mas sempre acreditei que se a gente pede pela chuva, a gente tem que estar preparado para lidar com a “lama”. Tive muito suporte de todos ao meu redor para chegar aonde estou e quero poder ajudar e ser parte desse suporte a nova geração que está aí.  A Medicina, como nossos mestres nos ensinaram, não é uma ciência exata, mas uma arte. Espero que possamos criar esse espaço pra estimular nosso mente, ideias e relações para que possamos exercer da melhor forma possível a arte da medicina sem esquecer da arte de viver “fora da Medicina” nas nossas vidas pessoais.

Ricardo Tadashi

Como ex-aluno, ex-residente e, atualmente, professor do Departamento de Cirurgia acredito que posso contribuir no programa de mentoria da FCMSCSP porque vivenciei todas as etapas da minha formação na Instituição. Acredito ter vivenciado bons e maus momentos durante o período da faculdade, residência e assistência. Durante essa jornada tive a oportunidade e a felicidade de ter a participação ativa de muitos professores como o Prof. Dr. Adhemar Monteiro Pacheco Jr., o Prof. Dr. Carlos Alberto Malheiros, o Prof. Dr. Rodrigo Altenfelder Silva e o Prof. Dr. Wilson Rodrigues de Freitas Jr. A participação desses docentes foi fundamental na minha formação profissional e pessoal. Sendo assim, gostaria de participar da mentoria com o intuito de ajudar alunos, assim como fui ajudado, e também transferir os conhecimentos adquiridos com esses mestres. Além do meu grande interesse e entusiasmo pela Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Hepatopancreatobiliar, gosto de cultura nerd, viagens e culinária.

Ricardo Zanardi

Clínica médica, medicina de família, ciência e transdisciplinaridade. Sou ex-aluno da Santa Casa, formado em 2006. Por gostar de tantas áreas diferentes do conhecimento e sempre tentar entender como as coisas funcionam, cheguei a cursar um tempo de engenharia na USP antes de fazer Medicina. Gosto de filosofia, neurociência, física, e tudo que questiona ou explica um pouco sobre o comportamento humano, a vida e o mundo de uma forma geral. Gosto de aprender sobre diversas áreas do conhecimento e procurar entender como as diferentes disciplinas que estudamos ao longo da vida se conectam. Entendo que as divisões entre as disciplinas e cursos existem apenas para facilitar o aprendizado e que na vida prática é muito importante descobrirmos como tudo está integrado. Propósito de vida: aprendi a dar muita importância a saber o porquê de tudo que se faz e sempre questionar qual a forma mais inteligente de fazer as coisas, tanto na vida pessoal como no estudo e no trabalho. A partir daí, desenvolvi grande interesse pelas questões existenciais do ser humano e de como o modo e o propósito de vida influenciam a motivação, os resultados, a realização pessoal e a saúde. Aprendendo um pouco sobre como os fenômenos psicológicos influenciam o funcionamento do corpo e sobre a necessidade de ver as coisas com mais clareza, percebi a importância da prática de meditação para o equilíbrio mental e a realização na vida. Adoro basquete, fazer experimentos em casa com a minha filha (seja com tubos de ensaio ou na cozinha), adoro passar tempo ao ar livre e em contato com a natureza. Adoro subir em lugares altos, olhar a paisagem e filosofar sobre como o mundo é vasto e complexo. Não gosto muito de maratonar séries e ver muita TV, pois cuidar de pessoas e pensar sobre tudo isso me faz refletir como a vida é temporária e precisa ser compreendida e bem aproveitada.

Rosane Lowenthal

Humanidade e diversidade. São essas as minhas razões de viver e de acreditar que podemos tornar esse mundo melhor quando olhamos para cada um e percebemos o seu potencial. Sou professora, pesquisadora, dentista, gestora, mãe, filha, namorada….um monte de coisas mas o que me define mesmo é minha garra e perseverança. Adoro viajar e conhecer novas comunidades, conversar com as pessoas e observar como elas se comportam, vivem e se relacionam. Uma outra paixão é a leitura e a diversidade em tudo. Tenho um clube de leitura e consigo desanuviar fazendo trabalhos manuais. Bordo, faço cerâmica, colagem de papel. É o meu refúgio. Quero ser mentora pois acredito que a troca de experiências é o que constrói e pode sim transformar a minha vida e a dos meus mentorados.

Rosimeire Queiroz

Mulher, mãe, filha, esposa, irmã, amiga. Tenho duas paixões na vida: minha família e minha profissão! Escolhi ser enfermeira e docente pela paixão pelo ensino e pelo cuidado genuíno ao ser humano. Estar ao lado de pacientes e alunos me ensinam e inspiram! Gosto de ouvir uma boa música (não importa o ritmo), não resisto a um bom livro e amo desenhos animados. Aliás, não sou o Olaf mas adoro um abraço quentinho. Gosto de ouvir, de observar o outro em suas subjetividades; da empatia, afetividade e escuta atenta. Na área acadêmica, busco estratégias para potencializar o aprendizado e a assistência em saúde, especialmente em pessoas com cardiopatia. Não dispenso uma boa e sincera conversa com mais verdades e menos palavras e, se possível, muitos sorrisos (sorrisos são contagiosos). Acredito que aprender deve ser prazeroso e a mentoria na formação em saúde pode ajudar a formar profissionais felizes, mais leves e fortalecidos para enfrentar com mais resiliência os desafios de cuidar das dores e amores, e aliviar o sofrimento do outro. Espero poder contribuir neste momento tão especial que é sua a trajetória profissional. Abraços virtuais.

Wilson Rodrigues de Freitas Jr.

Sou Wilson, também conhecido como “Titi”. Caipira confesso, sou natural de Atibaia (de onde vem a origem do meu apelido). Mudei-me para São Paulo em 1988 para cursar o colegial, tendo retornado à minha cidade após 15 anos de São Paulo. Ingressei na Santa em 1991, para o primeiro ano de faculdade e vivencio o seu dia a dia desde então. Foram 6 anos de faculdade e 4 de residência em cirurgia geral e do aparelho digestivo. Foi aqui que conheci minha esposa, com quem estou casado há 20 anos e tenho 2 filhos adolescentes (quase 12 e quase 14 anos) que, de tanto ouvirem falar, já conhecem muito e muitos da Santa. Claro que nestes anos todos vivenciamos períodos e situações muito agradáveis e, por vezes, momentos muito pesados ou desgastantes, quer seja pela dificuldade da nossa atividade estudantil ou profissional, quer seja pela distância de casa. Mas a “Santa”, por outro lado, sempre nos colocou um colega de turma, ou de plantão, ou mesmo um professor para “trocar uma ideia”, amenizar e superar os períodos difíceis. Apesar de ser pouco ativo nas redes sociais, valorizo muito a relação interpessoal e a conversa entre as pessoas. A ideia de poder conversar, discutir e trocar experiências com os alunos, me animou a participar da mentoria.