Conhecimento e identificação de variações anatômicas hepáticas evita diagnósticos patológicos errôneos Artigo é publicado na revista Arquivos Médicos da FCM/Santa Casa

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Tendo em vista que as principais variações morfológicas do fígado têm seu diagnóstico geralmente incidental e feito por imagem e que algumas delas podem ser reveladas por lesões e complicações durante atos operatórios e outras por simularem patologias, pesquisa publicada na revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo buscou descrever e representar com imagens essas variações anatômicas, para melhor identificação pelos profissionais da área.

A pesquisa concluiu que o adequado conhecimento e a identificação das variações anatômicas hepáticas, em estudos diagnósticos, são de suma importância no intuito de evitar diagnósticos patológicos errôneos, bem como desempenha importante papel no auxílio ao planejamento das diversas abordagens cirúrgicas, reduzindo o risco de lesões iatrogênicas.

No artigo, por meio de tomografia computadorizada ou ressonância magnética, foram descritas cada variação, demonstrando as características radiológicas que auxiliam no diagnóstico. Foram assim abordadas as principais variações hepáticas (lobo de Riedel, processo papilar, hipoplasia e alongamento lateral do lobo esquerdo e agenesia lobar) com suas respectivas descrições.

O artigo, intitulado “Variações anatômicas da morfologia hepática em diagnóstico por imagem”, de Juliana Holanda de Gauw, Lucas Novais Bomfim, Cícera Fabrícia Simplício Gonçalves, Antônio Djalma Souza Júnior, Laís Dantas Rodrigues, Blensten Hausten Harley Souza Neves e Yolanda Lopes de Andrade Barros, pode ser acessado gratuitamente, na íntegra, em https://doi.org/10.26432/10.26432/1809-3019.2019.64.3.233.

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