A saúde pós-pandemia: telemedicina pode conquistar o espaço que procurava? Professora da FCM/Santa Casa é entrevistada pelo Portal UOL

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O novo coronavírus superou câncer e enfarte e se tornou a principal causa de mortes diárias no Brasil em 20 de maio. Nesse cenário, a Covid-19 ganha os holofotes na área da saúde, mas não é a única doença ou emergência médica no país — muita gente ainda precisa ir ao hospital ou a consultórios por diversas outras razões.

Com isso, a telemedicina — que já vinha se impondo, apesar da falta de regulamentação no Brasil — surgiu como opção e ganhou espaço mesmo aos olhos do Ministério da Saúde e do CFM (Conselho Federal de Medicina), excepcionalmente durante o período da pandemia. Mais especificamente, as teleconsultas (literalmente uma consulta que, em vez de ocorrer no consultório, é feita por uma chamada online, via WhatsApp ou Zoom) ganharam sinal verde, inclusive com a permissão de que os médicos receitem novos medicamentos e emitam atestados digitalmente.

A normalização da prática pode não ser o único avanço. A tecnologia que envolve inteligência artificial e uso de dados para diagnosticar e acompanhar pacientes vem ganhando espaço — principalmente lá fora. “Uma das coisas que tenho visto como tendência é que não permitiremos que os seres humanos façam trabalhos que podem ser feitos por máquinas, inclusive na medicina”, afirma a neurocientista Carla Tieppo, professora da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e membro da equipe da Singularity University Brazil.

Acesse reportagem completa aqui.

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