Hiper e hipotireoidismo: automedicação e falta de tratamento elevam riscos Professora da FCM/Santa Casa é fonte de reportagem do Portal UOL

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A tireoide é uma glândula situada na base do pescoço, tem cerca de 5 cm de diâmetro e pesa aproximadamente 15 g. Em geral, ela é representada como uma borboleta porque possui duas metades (lobos) que são interligadas por uma parte central (istmo). Apesar disso, a palavra tireoide deriva do grego thyreos, cujo significado é escudo.

Responsável pelo normal funcionamento das funções vitais, como a frequência dos batimentos cardíacos e da respiração, entre outros, a glândula é imperceptível e somente pode ser palpável quando há aumento do seu tamanho.

Além disso, ela é encarregada da produção de hormônios tireoidianos, e algum desequilíbrio nesse mecanismo pode levar ao hipertireoidismo ou ao hipotireoidismo. Essas enfermidades podem acometer homens, mulheres e crianças (1% da população em geral), e é mais frequente entre as pessoas do sexo feminino, principalmente durante a menopausa e no pós-parto; já a segunda doença, é mais prevalente entre as mulheres: 10% delas podem apresentar o problema na idade adulta, embora tal manifestação possa ocorrer em qualquer fase da vida.

Acesse reportagem completa aqui.

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