Liberar parques e praias vira quebra-cabeças Professor da FCM/Santa Casa é entrevistado pelo jornal O Estado de S. Paulo

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A reabertura das praias em Barcelona, na Espanha, veio acompanhada de restrições para manter o distanciamento social: o banho de mar foi proibido e estipulou-se horários de acesso para diferentes grupos e atividades — entre 6 horas e 10 horas da manhã, por exemplo, só adultos podem usar a praia (para atividades físicas e caminhadas), enquanto há outra faixa de horário destinada a idosos e também uma para crianças acompanhadas de adultos. Em outros lugares, como na França, em Sydney, na Austrália, e no litoral próximo a Roma, na Itália, as praias foram reabertas somente para atividades físicas individuais, com veto ao banho de sol. Os parques, sempre cheios por aqui antes da pandemia, também terão de se adaptar – ficou famosa a foto de um parque em Nova York que demarcou a grama com grandes círculos para manter o distanciamento social entre diferentes grupos. Será que no Brasil devemos ter experiências semelhantes em algum momento?

Segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, mesmo espaços ao ar livre como praias, parques e feiras livres, exigirão alguns cuidados na retomada. “Quando começar uma reabertura aqui no Brasil, atividades em espaços abertos serão as primeiras a serem estimuladas, uma vez que ambientes fechados tendem a ser propícios a aglomeração e têm pouca ventilação. Mas as regras de distanciamento social continuarão a ser importantes nesses lugares”, diz o infectologista Marco Aurélio Sáfadi, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Leia reportagem completa aqui.

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