Pesquisa avalia qualidade de vida de servidores penitenciários Artigo é publicado na revista Arquivos Médicos da FCM/Santa Casa

Compartilhar :

Pesquisa sobre qualidade de vida de servidores penitenciários demonstrou que quanto maior o grau de instrução menor a qualidade de vida (QV) deles no domínio psicológico. Também apontou que os casados, os oficiais, os de maior renda e os que dormem mais apresentam melhor QV. Já os que utilizam remédios para dormir ou já tiveram afastamento do serviço apresentam menor QV.

A pesquisa, publicada na revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, buscou avaliar a QV dos Servidores Penitenciários do Estado de MS em relação às condições de trabalho e a saúde geral. Concluiu que os participantes possuem uma percepção significativa da capacidade laboral. Nesse sentido, o artigo poderá contribuir como suporte na elaboração do plano de ações visando à promoção da saúde e à prevenção de doenças e, consequentemente, melhor QV dos servidores.

Na pesquisa, descritiva e quantitativa de corte transversal, foram avaliados 120 servidores da AGEPEN, sendo 10 para o estudo piloto. Para a coleta de dados foram aplicados o questionário sócio-demográfico, questionário de SG de Goldberg e o questionário de QV geral WHOQOL-abreviado. Para a análise descritiva estatística foram utilizados o Teste de diferenças de médias, o Teste de análise de variância (ANOVA), o Teste de correlação Linear de Pearson e o Teste Qui Quadrado.

O artigo “Qualidade de vida de agentes penitenciários”, de Kamila Motta Stradiotti, Jane Maria Motta Stradiotti, José Carlos Rosa Pires Souza, Matheus Gonçalves Chaves Mello, Vítor Cruz Rosa Pires Souza e Giovanna Maria Rigo, pode ser acessado gratuitamente, na íntegra, em https://doi.org/10.26432/1809-3019.2019.64.3.226

50 visualizações

Compartilhar :