Tratamento da rinite alérgica através da higiene nasal e ambiental Artigo é publicado na revista Arquivos Médicos da FCM/Santa Casa

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O tratamento da rinite alérgica através da higiene nasal e ambiental deva ser aplicado por profissionais da saúde e, especialmente, por equipes de Enfermagem, pois seu conhecimento e aplicação são imprescindíveis para o tratamento da rinite alérgica.

Esses são o resultado e a conclusão do artigo “Higiene nasal e ambiental: uma orientação imprescindível no tratamento da rinite alérgica”, de Gabrielly Menezes, Tainá Mosca e Wilma Carvalho Neves Forte, publicado pela revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, em maio/2020, após a observação de várias condutas a serem adotadas para a remoção de aeroalérgenos e agravantes.

O artigo aponta inicialmente que os aeroalérgenos e os irritantes inespecíficos são os desencadeadores dos sinais e sintomas da rinite alérgica. Os aeroalérgenos da grande maioria das regiões do Brasil são os ácaros da poeira, pelos de animais domésticos e restos de baratas. Entre os agravantes inespecíficos encontram-se fumaça de tabaco, odores, fiapos de tecidos e mudanças de temperatura.

A base fundamental para o tratamento de indivíduos com rinite alérgica é diminuir a exposição a aeroalérgenos e agravantes inespecíficos através da higiene nasal e ambiental.

O presente estudo tem como objetivo rever os principais métodos que evitam aeroalérgenos e agravantes da rinite alérgica. Foi feita uma revisão narrativa da literatura dos últimos vinte anos, pautada nos descritores e nos termos mais utilizados para rinite alérgica, tendo como base LILACS, SciELO e PubMed. Os critérios de inclusão foram métodos para evitar aeroalérgenos e agravantes causadores da rinite alérgica da quase totalidade das regiões do Brasil.

Acesse gratuitamente o artigo completo aqui:

http://arquivosmedicos.fcmsantacasasp.edu.br/index.php/AMSCSP/article/view/601

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